De A a Zola

  • Livro de capa dura castanha com título JamaiKa em letra manuscrita
  • Mulher a dançar de camisola branca em fotografia num livro aberto
  • Espaço interior com paredes envelhecidas, chão de azulejos em padrão quadriculado e pequena mesa de metal
  • Página de livro com texto e duas fotografias, uma com pessoas e outra com luzes vermelhas
  • Divisão interior com várias caixas, móveis e objetos diversos
  • Pessoas a tirar selfie, página de livro aberta sobre chão de madeira
  • Escavadora CAT demole edifício amarelo e branco com luz solar intensa
  • Página de livro aberto com fotografia de pessoas numa escadaria
  • Livro aberto com texto manuscrito em português e texto impresso em inglês
  • Imagem de página aberta de livro com retrato de homem

Jamaika, de José Sarmento Matos

40,00 €
IVA incluído.

Jamaika

Autor / Fotografia: José Sarmento Matos

Edição de autor

 

1ª Edição janeiro de 2024

Edição: José Sarmento Matos & Mário Cruz/ Narrativa

Design gráfico: Teresa Sarmento Matos 

Texto: José Sarmento Matos & Ana Rita Alves

 

 

Oiça aqui o episódio do podcast De A a Zola em que falámos com o autor

 

 

JAMAIKA acompanha parte da história do Bairro da Jamaica - uma comunidade no Seixal, Portugal, composta por cerca de 700 habitantes, frequentemente radicalizada e marginalizada -, na sua luta pelo direito à habitação condigna.
Este trabalho documental, desenvolvido ao longo de três anos, retrata a vida desta comunidade composta por imigrantes de ex-colónias portuguesas - Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe - e por afro descendentes portugueses.

Entre 2022 e 2023, cerca de 98% do Bairro da Jamaica foi demolido. As famílias que o habitavam foram realojadas em habitações condignas, mas a sua comunidade prevalece para lá do Vale de Chícharos, o lugar que desde meados dos anos 1980 foi casa para tantos. O livro não só apanha a vida no bairro; a mudança de algumas famílias como também acompanha a demolição dos edifícios.

JAMAIKA pretende actuar como memória visual íntima do Bairro da Jamaica, representando também muitas outras comunidades racializadas e outras que vivem em condições de habitação semelhantes na área metropolitana de Lisboa e do Porto. Muitas destas famílias continuam a sofrer a estigmatização quotidiana com base na sua etnia, a marginalização por parte das câmaras municipais e o assédio da polícia.